sexta-feira, setembro 25

Uma realidade muito preocupante


ABORTO CLANDESTINO EM PORTUGAL É FEITO SOBRETUDO COM MEDICAMENTOS DO MERCADO ILEGAL
As mulheres que realizam abortos clandestinos em Portugal recorrem sobretudo a medicamentos abortivos ilegais, uma realidade que os especialistas temem que venha a crescer com as recentes alterações à lei.
Mara Carvalho, médica de medicina geral e familiar que pertenceu à organização Médicos pela Escolha, afirma que o aborto clandestino

sexta-feira, setembro 18

Antibióticos, apenas quando necessário

Foto de Medlog Sgps.
ANTIBIÓTICO NÃO DEVE SER A PRIMEIRA OPÇÃO NO COMBATE DAS INFEÇÕES
Com o início do ano letivo, aumentam os casos de infeções respiratórias em crianças, uma situação que obriga, em grande parte dos casos, a um regresso precoce a casa e que, de acordo com os especialistas, é responsável por causar um sofrimento acrescido nos mais novos. Especialista defende que o tratamento com antibióticos também não deve ser a primeira opção.

Como tomar o medicamento de forma correta



TOMAR O MEDICAMENTO DE FORMA CORRETA
Ainda existem muitas dúvidas sobre a melhor maneira de tomar um medicamento e, outras crenças tão comuns, que sequer são colocadas em dúvida – muitos desses hábitos podem não só interferir na eficácia do medicamento, como também prejudicar seu organismo.
Veja alguns esclarecimentos importantes, que vão mudar seus hábitos.

segunda-feira, setembro 14

Saúde sem fronteiras?

UE/SAÚDE SEM FRONTEIRAS: PORTUGUESES ENTRE OS QUE MENOS APROVEITAM OS NOVOS DIREITOS
Os portugueses estão entre os europeus que parecem menos interessados na possibilidade de fazerem tratamentos noutros países da UE, por exemplo quando têm de esperar mais tempo por uma operação no SNS.
Uma primeira avaliação da aplicação da directiva dos cuidados de saúde transfronteiriços, divulgada pela Comissão Europeia, revela que Portugal está entre os seis países que não aprovaram o reembolso de qualquer tratamento. Além disso, é dos países onde os utentes solicitaram menos informações aos serviços sobre como beneficiar deste direito recentemente adquirido.

quarta-feira, julho 15

Grécia proíbe exportação de 25 medicamentos, para evitar rotura no país.

A Grécia decidiu proibir a exportação de 25 medicamentos, na sequência de avisos por parte da indústria farmacêutica de que os mesmos poderão faltar em breve, levando a uma crise humanitária no país, anunciou esta terça-feira o Ministério grego da Saúde.
A porta-voz do regulador farmacêutico do país explicou à imprensa que houve um aumento significativo de alguns medicamentos importados que foram enviados novamente para fora do país. "Foram descobertos abusos por parte de alguns ‘players' do mercado farmacêutico", sublinhou a mesma porta-voz citada pela Reuters.
O regulador fez o aviso sobre a proibição das exportações durante um encontro no Ministério da Saúde onde os farmacêuticos se queixaram que estão a ter dificuldade em repor os stocks de alguns medicamentos.
A porta-voz disse ainda que o ministério vai investigar as exportações e reexportações de medicamentos dos últimos 15 dias, na sequência das queixas de dentro e fora do país de que há evidências de abusos. A mesma fonte recusou-se, contudo, a adiantar quais os medicamentos em concreto que serão abrangidos por esta proibição.
O que se passa é que a reexportação de medicamentos dentro das fronteiras europeias, que permite comprar produtos a baixo preço e vendê-los depois mais caros, é permitida pelas regras comerciais dentro da União Europeia.
Tudo isto acontece porque a procura de medicamentos está a aumentar na Grécia, uma vez que os doentes estão a comprar mais do que o que se destina ao consumo imediato, com receio de que em breve haja falta dos mesmos nas farmácias.
Entretanto, os hospitais gregos devem mais de 1,1 mil milhões de euros à indústria farmacêutica e desde Dezembro que o governo não paga medicamentos, embora prometa que vai continuar a garantir o fornecimento nos circuitos humanitários.
[Fonte: Diário Económico]

sexta-feira, junho 19

20 milhões de medicamentos falsos em 115 países


Atenção às compras de medicamentos em sítios desconhecidos. 
INTERPOL APREENDE 20,7 MILHÕES DE MEDICAMENTOS FALSOS EM 115 PAÍSES
Uma operação policial contra o tráfico de medicamentos na Internet permitiu apreender 20,7 milhões de fármacos falsificados ou ilegais, no valor aproximado de 81 milhões de dólares (71,8 milhões de euros), em 115 países, informou hoje a Interpol.
Em comunicado, a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) indicou que a operação “Pangea VIII”, realizada entre 9 e 16 de junho, resultou ainda em 156 detenções, na abertura de 429 inquéritos, no encerramento de 2.414 páginas ‘web’ e na suspensão de 550 anúncios.
Na operação, a maior realizada até agora contra o mercado negro e o tráfico de medicamentos através da Internet, participaram serviços da polícia, alfândega, agências reguladoras e empresas privadas do setor.
Os 20,7 milhões de medicamentos apreendidos constituem um recorde e são o dobro da quantidade alcançada numa operação semelhante em 2013, segundo a Interpol.
Produtos nutricionais e medicamentos contra o cancro e a disfunção erétil ou para regular a tensão arterial foram alguns dos fármacos apreendidos.
“Cada vez mais pessoas recorrem à Internet para comprar artigos e os criminosos aproveitam-se dessa tendência para enganar os consumidores para que comprem medicamentos falsos e inclusivamente perigosos (…), sem qualquer consideração pelos riscos para a saúde”, assinala a organização no comunicado.
[Fonte: Lusa]