segunda-feira, dezembro 12
quarta-feira, dezembro 7
Diz não a uma seringa em segunda mão
Como é do conhecimento público, o Programa diz não a uma seringa em segunda mão, tem como objectivo prevenir a transmissão do VIH entre os utilizadores de drogas injectáveis, através da distribuição gratuita de material esterilizado e da recolha e posterior destruição do material utilizado pelos UDI (utilizadores drogas injectáveis), assim como promover o indispensável uso do preservativo.
A nossa farmácia, envolveu-se neste projecto desde o início, consciente do interesse público e social do Programa.
Mas é preciso reconhecer que nem sempre é possível cumprir com a missão de informar convenientemente, porque aparecem bastantes casos de utilizadores que não querem receber qualquer conselho sobre o assunto, pegando no Kit que lhe é oferecido, mas evitando qualquer tipo de diálogo com o farmacêutico.
Percebemos a atitude, toleramos, mas é muito importante que os utilizadores destes kits possam entender que apenas se pretende informar, esclarecer, deixando de parte qualquer diálogo, se o mesmo não for desejado pelo utente.
A distribuição dos Kits, é também uma responsabilidade da farmácia, enquanto prestador de cuidados de saúde, fortemente implantada no dia a dia dos cidadãos.
Será necessário contudo que, aqueles que necessitam destes cuidados, entendam que a farmácia está do seu lado e apenas pretende ajudar e informar.
Com a experiência adquirida ao longo dos anos, estamos convictos que se os utilizadores nos olharem como entidade que apenas quer ajudar, tudo ficará mais fácil, num relacionamento que se pretende muito pessoal.
terça-feira, novembro 22
Intervenção das farmácias elogiada no Parlamento Europeu
O evento "Estado da Saúde na UE: Contributo da Farmácia Comunitária”, organizado pelo PGEU, permitiu concluir que os farmacêuticos são fundamentais para a eficiência, acessibilidade e resiliência dos sistemas de saúde.
A vice-presidente do Partido Popular Europeu observou que nem todos os desafios enfrentados pelos sistemas de saúde europeus podem ser resolvidos «se continuarmos a fazer o que sempre fizemos. Ouvimos hoje um compromisso muito forte da profissão farmacêutica e todos nós devemos apoiar os seus esforços.».
O presidente cessante do PGEU, Darragh O’Loughlin, referiu que, como mais de 90% dos medicamentos são dispensados nas farmácias, o farmacêutico está numa posição ideal para melhorar a adesão à terapêutica, resolver questões relativas à polimedicação e capacitar os doentes» para auto-gerirem as suas doenças crónicas. A rede europeia de 160.000 farmácias «oferece uma oportunidade única para melhorar o acesso à prevenção das doenças, aos rastreios de saúde e à intervenção precoce», afirmou.
O evento reuniu peritos internacionais de renome e altos funcionários da UE, bem como representantes dos doentes, do sector da saúde e dos profissionais de saúde.
Texto retirado do ANFonline
sexta-feira, novembro 4
Workshop do Laboratório Youthlab - Dermocosmética
É assim que no próximo dia 10 de Novembro, nós vamos promover um convívio com todas as nossas clientes dos 25 aos 70 anos.
É sempre muito bom fomentar o diálogo e o conhecimento daquilo que pode ajudar a manter uma pele sã e bonita de ver.
Iremos falar de:
Aconselhamento especializado
Demonstração de tratamentos
Descontos exclusivos para todas as clientes presentes.
Estará presente uma especialista do Laboratório Youthlab, para explicar todos os pormenores.
Tudo acompanhado por um pequeno lanche de cortesia, que tem como finalidade fomentar a aproximação e a troca de ideias entre mais jovens e menos jovens, que por certo será do agrado de todos.
quinta-feira, outubro 27
Farmácias inglesas enfrentam cortes no financiamento
Um quarto das farmácias inglesas está em risco de encerramento após o Department of Health ter anunciado um corte no financiamento do sector, da ordem de 12%, para 3,0 mil milhões de euros, entre Dezembro de 2016 e Março de 2017. Para 2017/2018, será aplicado novo corte, para 2,9 mil milhões de euros. A forma como o financiamento é distribuído também sofrerá mudanças: Passará a haver pagamentos em função da qualidade dos serviços prestados e será introduzido um sistema de acesso ao alvará de serviços
O Governo garante que os cortes não comprometerão nem a qualidade dos serviços nem o acesso aos mesmos. Considera ainda que existem mais farmácias do que as necessárias para manter um bom acesso dos utentes. Como razões para o corte anunciado, o Executivo aponta o aumento em 40% da despesa nas farmácias (representa um gasto de 3,1 mil milhões de euros) e um aumento de 18% do número total de farmácias, que ultrapassa as 11.500, ambos na última década.
O Pharmaceutical Services Negotiating Comittee (PSNC), que discorda da proposta do Governo, alerta para o risco de encerramento de 3.000 farmácias e para a necessidade de eliminação de serviços de saúde gratuitos nas farmácias. O PSNC prevê “tempos difíceis” para as farmácias caso a redução do financiamento se concretize.
Segundo o English Pharmacy Board, os cortes afectariam a qualidade dos cuidados aos utentes: «Nós tememos pelos doentes, pelo público e pelas farmácias que possam ser significativamente afectados pelas mudanças nos horários de funcionamento e pela redução do número de colaboradores das farmácias.».
Desde que o Department of Health anunciou pela primeira vez a intenção de cortar no financiamento, em Dezembro de 2015, as entidades do sector apresentaram várias propostas alternativas, garantindo que o alargamento dos serviços farmacêuticos seria a melhor solução. No entanto, o Governo ignorou todas as sugestões, mesmo após o PSCN ter divulgado dados que demonstram que os cortes iriam afectar sobretudo as áreas com maiores desigualdades em saúde.
Fonte: ANF online
sexta-feira, setembro 30
Quem deve ser vacinado contra a gripe?
É por essa razão muito importante a vacinação contra estes dois tipos de doenças, que deve ser feita no início do Outono.
Quem deve ser vacinado?
Todas as pessoas a partir dos seis anos de idade, principalmente aquelas que são consideradas de risco acrescido, como:
- Pessoas com mais de sessenta anos
- Adultos e crianças com problemas pulmonares e cardíacos, como asma, enfisema, bronquites crónicas, tuberculose e hipertensão.
- Fumadores, de uma forma geral
- Pessoas doentes que estejam em fase de tratamento e com a imunidade reduzida
- Diabéticos
- Pessoas internadas em Instituições da terceira idade, por conviverem em espaços comuns.
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